“Na verdade, temia que esse quadro desaparecido significasse que o dragão de sete cabeças estivesse solto e fosse o grande responsável pela atual desordem do mundo (…). Tudo indicava que os homens teriam perdido a batalha do bem contra o mal. Essa foi a visão aterrorizante que sua mente teve, pairando sob as imensas torres circulares do Castelo de Angers. Mais do que nunca acreditou ser fundamental, do ponto de vista religioso ou cultural, encontrar esse quadro perdido da Tapeçaria do Apocalipse (…)”.

Trecho do livro “A BESTA DOS MIL ANOS”

Após visitar no Castelo de Angers a monumental Tapeçaria do Apocalipse, o que mais me surpreendeu foi ausência da cena de A Besta Enjaulada por Mil Anos.  Ela solta nos “quatro cantos da terra” me inspirou a criar uma lenda que permeia a Trilogia policial da busca frenética para recuperar a cena sumida, partindo de Angers, passando por Lucca, Nova Iorque e Brasil. Como escritor tenho a esperança de que a cena da Besta volte a integrar a Tapeçaria. Como cidadão, acredito no alvorecer de um Brasil novo, mais democrático, mais justo, sob os valores da ética e da igualdade de direitos. Que assim seja…

 

Ilmar Penna Marinho Junior

SOBRE

A BESTA DE LUCCA

O leitor encontrará um clima eletrizante de suspense e ação na recuperação da famosa cena, desaparecida desde o século XIII. A trama diabólica, primorosamente estruturada, cheia de reviravoltas e muitas surpresas, envolve religiosidade, mistérios, vinganças, ódio e amor, e traz de volta a figura bíblica da Besta dos Mil Anos.

SOBRE

A BESTA DOS MIL ANOS

Uma das sete peças que faltam para completar a Tapeçaria do Apocalipse, elaborada no século XIV e exposta no Castelo de Angers, na França, a de número 75, que traz a “Besta aprisionada por mil anos”, depois de séculos, tem seu paradeiro afinal descoberto no Brasil numa favela do Rio de Janeiro, de nome Rocinha, então dominada por violentos traficantes.

Depoimentos

Caveirinha, Cabeção, Dona Martha, Rocinha, astrologia, sexo, Paris, Rio, tapeçaria, balões… o que não falta, na narrativa de Ilmar Penna Marinho Júnior, é a emoção que mantém o leitor preso às incidências da obra. A partir do sumiço de parte da tapeçaria que retrata a besta do Apocalipse, no Castelo de Angers, na França, desenrola-se uma história muito bem construída pelo autor, que se utiliza, de forma competente, dos recursos de cenas paralelas, lembrando o bem sucedido flashback televisivo. Assim se mantém o suspense, que torna o livro atraente, até porque ele é muito bem escrito, inclusive do ponto de vista vernacular.
O autor tem estilo, quando descreve as tentativas de recuperação dos quadros perdidos da sequência da Revelação Divina, em especial a cena desconhecida do “Diabo enjaulado por mil anos”. Esse quadro significa que o dragão de sete cabeças está solto por aí e é o grande responsável pela atual desordem no mundo (discórdia, aids, pedofilia, violência, ganância, etc). Como se vê, não é pouca desgraça.
O livro registra uma série de encontros insólitos, via transatlântica, de tal forma que o interesse pela textura é permanente. Há uma grande curiosidade para saber onde está o “cavalo cor de fogo e da guerra”. Poderia estar no Rio de Janeiro, adornando um escritório?
Uma boa leitura com boas surpresas…

PROFESSOR ARNALDO NISKIER
Ocupante da Cadeira nº 18 da Academia Brasileira de Letras, eleito em 22 de março de 1984 e Presidente da ABL no período 1998-1999

A leitura foi realmente surpreendente. Uma trama que me prendeu do início ao fim. A escrita leve e fácil. O enredo bem amarrado. Um mix de romance policial, religião e misticismo. Acredita que terminei a leitura imaginando a história transformada numa megaprodução cinematográfica?

Eu realmente gostei do livro. Não consegui parar de ler. Aguardarei os próximos lançamentos.

Roseann Kennedy
Jornalista

É incrível a sensibilidade que um escritor deve possuir para conseguir a atenção do leitor em cada trecho de sua obra. Você conseguiu plenamente. Parabéns Ilmar.

Marília Macedo Vonbeilen
Rio de Janeiro

Li com muito prazer seu romance. Mas faz talvez quase 40 anos que não tinha lido um romance em Português. No Brasil eu li obras de Eça de Queiroz e outros autores, de volta na França nos anos 60 li alguns romances de Jorge Amado e de Érico Veríssimo. Mas agora tomo consciência de que meu vocabulário é muito pobre. Você possui um vocabulário muito rico de maneira que frequëntemente eu devia ler varias vezes a mesma frase. É assim que vou fazer progresso em Português!
Não conhecia essa Tapeçaria do Apocalipse do Castelo de Angers e é uma idéia muito original de mexer essa obra de arte com a Rocinha no Rio! Sua imaginação muito rica permite viajar de uma pequena cidade da França até a cidade maravilhosa e visitar essa favela extraordinária para nos estrangeiros. A trama é verdadeiramente diabólica …. Foi realmente um prazer ler seu livro do começo até o fim.

Richard Ney
Paris
BLOG

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